Frieza no trato com o próximo, com o pobre; frieza na vida espiritual e com Deus; frieza no ministério e frieza pessoal.
Difícil é tirar o lacre dela, muita luta, ardor, travamentos interiores, alma exposta, para não ficar refém ou acomodado...
A oração, o exame de consciência, os pequenos gestos fraternos, ajudam o coração a derreter seu gelo.
Não dar lugar a frieza é ser quente na amizade, nos compromissos de misericórdia, em colocar o outro dentro e não fora das situações e dos limites do amor, se o amor tem limites... não tem.
Orar em meio as lágrimas, sem os consolos, sem vontade, para que ela, a frieza, não domine.
Confiar em Deus, mesmo se a 'longitude' parecer grande demais.
É assim a busca para fugir da frieza, torpeza, tibieza, mornidão espiritual, como queiram chamar...
É uma companheira que não deve permanecer do nosso lado.
(Rone Honorio)
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