
Quando o dissabor da saudade aperta
as pálpebras se inquietam.
Pois o despertar dela, a saudade, invade,
pela agonia, machuca; trama e tranca o que não é vil.
Pediu ao tempo que leve pra longe aquilo que dói.
Então, fica breve certeza que pela nobreza da alma, com calma e franqueza,
na sutileza do viver, entranhada em cada esquina
dos sentimentos,
saia aliviada das trombadas mal vividas da vida.
(Rone Honorio)
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